Mimulus Cia de Dança

Vem aí a 10ª Semana da Dança junho 30, 2010

UM ENCONTRO INESQUECÍVEL.

De 25 a 31 de julho

Mimulus – Belo Horizonte – MG

Abertura: Apresentação do espetáculo POR UM FIO no galpão da Mimulus

De 26 a 31 de julho:

Oficinas, Cursos  e Palestras totalizando 44 horas de trabalho.

Eixos principais:

O CORPO

A DANÇA

A HISTÓRIA DA DANÇA E A DANÇA NO MUNDO

Professores Convidados: RACHEL MESQUITA (RJ) – Aula Inaugural

CINTIA e EDSON MODESTO (SP) – Samba Rock

ROSA ANTUÑA (BH) Prevenção de Lesões para HIpotônicos

FERNANDO SAMPAIO (BH) – Yoga Funcional.

RICARDO GARCIA (SP) História e Musicalidade –  Ritmos Latinos

MAMOUR BA – (BH)  (Formado pela Universidade de Arte de Dakar e pela Faculdade de Dança Moderna Mudra-Dakar, Mestrado pela Universidade de Versailles.

VIVÊNCIA: DESPERTANDO O SEU RITMO.

JOMAR MESQUITA e EQUIPE MIMULUS: Oficinas de Danças a Dois; Técnicas Coreográficas; Laboratórios de Criação e Pesquisa; Projetos Culturais; Pedagogia e  Sociologia da Dança

TRIBUNA DO PARTICIPANTE

Resultados de pesquisas, monografias, criações coreográficas e experimentos.

Notícias do universo de cada dos participantes, Intercâmbio.

DÉCIMA SEMANA DA DANÇA MIMULUS

Para os que comprovarem a participação no SAMPA DANÇA os valores das

Inscrições serão mantidos até o dia 11 de junho

INVESTIMENTO:

Inscrição individual: R$ 370,00

Inscrição de casal: R$ 610,00

Preços válidos até o dia 11 de junho para participantes do SAMPA DANÇA

Informações sobre a inscrição de grupos e parcelamentos:

favor endereçar solicitação para

mimulusfabio@uol.com.br

Pedido de ficha de inscrição, dirigir-se a

mimuluscontato@uol.com.br (aos cuidados de Angela)

Inscrição de trabalhos:

encaminhar para mimulus@uol.com.br

 

Transposição da linguagem coreográfica dos salões para os palcos – 1ª Parte setembro 9, 2009

Filed under: o pensar — Mimulus @ 5:27 pm
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Por abrangerem diversos objetivos na sua prática – lazer, entretenimento, esporte, terapia, arte, exercício físico, socialização – as danças de salão acabam sofrendo por sua indeterminação como objeto de pesquisa. Apesar de largamente praticadas, elas ficam relegadas ao não-lugar “[...] dessa cultura quase sempre marginalizada pela historiografia tradicional [...]” (TINHORÃO, 1976). Às vezes é considerada pelo campo das ciências sociais, mas raramente pelo campo da pesquisa artística que aborda somente as danças consideradas cênicas.

Ao longo da história, as danças de salão seguiram um caminho divergente ao das danças cênicas, apesar de não haver distinção entre ambas, no período de seu surgimento, na corte francesa. Uma época em que o espaço para o baile coincidia com o espaço cênico onde a corte assistia as apresentações do que era, ao mesmo tempo, o embrião da dança clássica e das danças sociais e de salão. Com o passar dos anos, o balé se volta para os palcos, como fazer artístico, enquanto as danças dos salões de baile ficam restritas àqueles espaços de manifestação da cultura popular, como lazer e entretenimento. Podemos entender o baile e seus rituais também como um complexo e interessante espaço cênico, se pensarmos que seus freqüentadores são participantes ativos, se revezando, ora na posição de performers (sob o ponto de vista de que estão dançando e naturalmente se exibindo tanto para o seu parceiro como para os que estão ao redor); ora como espectadores (quando estão assentados nas mesas observando). E podemos observar nos bailarinos das danças cênicas (balé clássico, dança contemporânea e outras), uma busca de atuação que se aproxime da naturalidade e do clima do baile[1]. No entanto, entendendo-se o teatro como espaço cênico por excelência, os gêneros de danças praticados nos bailes, se mantiveram dali afastados por séculos, a não ser por apresentações curtas e esporádicas com objetivo de diversão, sem pretensões artísticas. Somente nas últimas décadas do século XX, podemos observar o surgimento de espetáculos que têm como base as técnicas das diferentes danças de salão transpostas para os palcos dos teatros como criações artísticas.

 


[1] “Marie Taglioni (1827): ‘danse sur un théâtre comme elle danserait au bal’.

Jacq-Mioche (1998): ‘si elle danse sur scène comme au bal, c’est que la frontière entre le spectacle et la vie s’efface, dans un mouvement lui aussi propre au romantisme oú rêve et réalité fusionnent’. (APPRILL, 2005)

 

Pensar a dança setembro 9, 2009

Filed under: o pensar — Mimulus @ 5:20 pm
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Iniciamos hoje a série de três postagens que abordarão a Transposição da linguagem coreográfica dos salões para os palcos;  de Jomar Mesquita, diretor e coreógrafo da Mimulus Cia. de Dança. O artigo é texto final do IV Colóquio Internacional de Etnocenologia da UFMG, realizado em agosto último.

Abraços e até o próximo!

Núcleo de Comunicação

 

 

 
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